Sua presença é bem vinda ao Cauê – I Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda, projeto que traz em formato audiovisual apresentações musicais, causos e histórias, mostras de culinária e gastronomia, artesanato, cultura popular, fotografia e poesia, além de oficinas e palestras formativas na área da cultura.
O festival é fruto de mapeamento artístico-cultural realizado pelo Coletivo Cauê, do município de Moeda (MG), e conta com apoio da Lei Aldir Blanc, no estado de Minas Gerais.
Situada ao sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte e integrante do quadrilátero ferrífero, a Serra da Moeda é uma das mais belas e importantes formações geológicas do Brasil, com altitudes que ultrapassam os 1.600 m, escarpas abruptas e uma variedade de ecossistemas.
A Serra se estende no sentido norte-sul por mais de 50 Km, incluindo territórios de oito municípios. Milhares de pessoas de todos os lugares são atraídos pelas suas paisagens deslumbrantes, cachoeiras e comunidades centenárias, onde se desfruta de uma boa gastronomia junto a um povo acolhedor que ainda conserva modos de vida que remontam às origens de Minas Gerais.
Mas muito mais belezas e raridades existem nessa serra do que é visível à primeira vista, incluindo as melhores águas de Minas Gerais, que se despencam nas escarpas altas propiciando sua rica biodiversidade e irrigando a rica cultura da região.
Das águas, destaca-se o Aquífero Cauê – nome que também batiza este Festival, o qual, como as águas do coração da montanha, tem em vista alimentar a cultura e irrigar a alma das pessoas. Gravado em cada um das localidades das pessoas participantes, a equipe do festival seguiu no seu trabalho, por meses a fio, cumprindo todos os protocolos de proteção contra a COVID -19.
Esta primeira edição tem em vista reunir e apresentar a arte e a cultura do município de Moeda – único município não minerado no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, mas também incluindo artistas convidados de outros municípios da Serra da Moeda.
O Festival busca afirmar modos de existir comunitários, expressões artísticas e bens culturais que têm profunda conexão com o meio ambiente – inteiro – onde vivem.
É um ressoar da possibilidade real da existência local, com valorização de riquezas naturais e culturais, em que o turismo solidário vem se constituindo uma das principais fontes de geração de renda.
Mas, além disso, é onde também se veem ameaçadas pela atividade minerária as diversas formas de expressão que estão estreitamente vinculadas ao seu lugar de existência e manifestação.
Ficha Técnica:
Produção Cultural: Sol Bueno / Pé de Pequi Produções Culturais
Correalização e mapeamento cultural: Coletivo Cauê Cultural e Instituto Aqua XXI
Apresentação, roteiro e direção: Sol Bueno
Fotografia, filmagem e edição: Ana Paula Pedersolli, Guto Côrtes, Coletivo Cauê
Captação e edição de áudio em campo, mixagem e masterização: Giancarlo Borba
Montagem final e tratamento: Diego Lara
Auxiliar de Produção e apoio no mapeamento cultural: Bárbara Viggiano, Glória Maia
Identidade visual, artes gráfica, diagramação, cartazes e folders: Flora Lopes
Vinheta abertura, animação e arte visual dos vídeos: Jackson Abacatu
Produção audiovisual das mostras de poesia e fotografia infanto juvenil e fotografia adulto: Jackson Abacatu
Produção de mostra de poesia infanto juvenil: Janan Lazo
Narração Mostra de poesia infantojuvenil: Evelyn Javia
Trilha sonora: Sol Bueno e Giancarlo Borba
Gestão das redes sociais e fotografia para redes: Larissa Vasconcelos
Coordenação oficinas: Coletivo Cauê e Instituto Aqua XXI
Intérprete de Libras: Fabiana Moreira
Assessoria de Imprensa: Luiza Serrano
Gestão contábil: Sérgio Manfrini







