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“Desculpem o pessimismo, mas é melhor nos prepararmos para o pior”, alerta o biólogo Fernando Reinach

  • 03/02/2021

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Compartilhado do Portal Notícias Agrícolas –

As vacinas não conseguem deter as novas cepas; e a pior delas é o vírus mutante de Manaus.

“Tudo indica que um tsunami vai atingir o Brasil”, diz Fernando Reinach, biólogo molecular, em artigo publicado nesta sábado no Estadão. Na semana passada, o pesquisador já alertava para a vulnerabilidade das vacinas diante das novas cepas mutantes do Covid-19. Desta vez, Fernando Reinach volta a avisar que as vacinas não conseguem eficácia contra as cepas inglesas e sul-africanas, sendo que a de Manaus, mais virulenta, é uma grave e perigosa incógnita, pois as vacinas existentes nem foram testadas contra as mutações.

No artigo publicado hoje no Estadão, Reinach informa:

“A Europa e Manaus já estão sofrendo com novas cepas do Sars-CoV-2, que se espalham rapidamente. Elas são difíceis de controlar, aumentam o número de mortes por 100 mil habitantes, e conseguem ludibriar parcialmente o sistema imune dos já infectados e vacinados.




Para tentar deter a disseminação da cepa mutante que surgiu na Inglaterra, a Europa emprega a solução de trancar a população em casa e vacinar em questão de semanas todo o grupo de risco com as vacinas da Pfizer e Moderna. E na falta destas, com a vacina da AstraZeneca. Mas são alternativas inócuas diantes das novs mutações.

A cepa inglesa, a B.1.1.7, é três vezes mais resistente aos anticorpos presentes nas pessoas que tiveram covid-19 causada pelo SARS-CoV-2 original, e duas vezes mais resistente aos anticorpos presentes nas pessoas vacinadas.

Ou seja, não somente ela se espalha rapidamente, mas parece possuir características que a ajudam a despistar a resposta do sistema imune.

Já a cepa da África do Sul, a B.1.351, é muito mais preocupante. Ela não é bloqueada pelos anticorpos monoclonais, é de 11 a 33 vezes mais resistente aos anticorpos presentes no soro de pessoas previamente infectadas, e de 6,5 a 8,6 vezes mais resistente que o vírus original aos anticorpos gerados pelas vacinas da Pfizer e Moderna.

A conclusão é de que essas duas cepas, que estão se espalhando pelo mundo, podem tornar inúteis os anticorpos monoclonais que estão sendo desenvolvidos como tratamento e devem ameaçar de forma significativa a eficácia das vacinas. É por esse motivo que a Pfizer e a Moderna já anunciaram que estão desenvolvendo novas versões de suas vacinas.

Esse estudo não analisou a nova cepa de Manaus (semelhante à cepa sul-africana), e não analisou a capacidade das três cepas (Inglaterra, África do Sul e Manaus) de burlar as defesas criadas pelas vacinas Cononavac e AstraZeneca. Ou seja, não sabemos ainda as propriedades da cepa de Manaus, e também não sabemos nem como as vacinas que dispomos vão se comportar diante dessas novas cepas.

É uma questão de tempo a disseminação dessas cepas pelo Brasil, mas muito provavelmente elas vão chegar antes de vacinarmos uma fração significativa da população. Nos EUA se acredita que elas serão dominantes nas próximas semanas.

Desculpem o pessimismo, mas é melhor apertar os cintos e nos prepararmos para o pior. E lembrem: no início de 2020, quando o coronavírus demorou um pouco mais para chegar ao Brasil, muitos acreditavam que ele não chegaria por aqui. (Fernando Reinach, *É BIÓLOGO, PHD EM BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR PELA CORNELL UNIVERSITY E AUTOR DE A CHEGADA DO NOVO CORONAVÍRUS NO BRASIL)

MAIS INFORMAÇÕES: INCREASED RESISTANCE OF SARS-COV-2 VARIANTS B.1.351 AND B.1.1.7 TO ANTIBODY NEUTRALIZATION. (2021)

Variante sul-africana do coronavírus reduz eficácia de vacina, mostram dados preliminares

LOGO REUTERS

CHICAGO (Reuters) – Dados de ensaios clínicos com duas vacinas contra a Covid-19 mostram que uma variante do coronavírus identificada pela primeira vez na África do Sul está reduzindo sua capacidade de proteção contra a doença, ressaltando a necessidade de vacinar um grande número de pessoas o mais rápido possível, disseram cientistas.

As vacinas da Novavax e da Johnson & Johnson foram saudadas como importantes armas futuras na redução de mortes e hospitalizações em uma pandemia que infectou mais de 101 milhões de pessoas e matou mais de 2 milhões em todo o mundo.

Mas elas foram significativamente menos eficazes na prevenção de Covid-19 em participantes do estudo na África do Sul, onde a nova variante potente está disseminada, em comparação com países onde esta mutação ainda é rara, de acordo com dados preliminares divulgados pelas empresas.

“Claramente, as mutações têm um efeito diminutivo na eficácia das vacinas”, disse Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, em uma entrevista. “Podemos ver que seremos desafiados.”

Vacinas da Moderna sofrem atrasos na Europa e outros locais e agravam escassez

LOGO REUTERS

MILÃO (Reuters) – A escassez de vacinas contra Covid-19 da farmacêutica norte-americana Moderna se espalhou pela Europa, e a Itália fez coro com a França e a Suíça ao anunciar que as remessas da empresa para fevereiro ficarão aquém das expectativas.

A Moderna disse à Reuters que revisou sua diretriz de entregas de curto prazo para a Europa e outros locais que não os Estados Unidos com base na “trajetória ascendente” de seu fornecedor de substâncias para medicamentos, que é a fabricante suíça de medicamentos Lonza. A empresa disse que, em circunstâncias normais, os preparativos do lançamento industrial de uma vacina podem levar de três a quatro anos.

Agora a Itália acredita que a Moderna entregará 20% a menos de doses de vacina do que foi prometido para a semana iniciada em 7 de fevereiro, disse seu comissário especial de combate à Covid-19 nesta sexta-feira, um dia depois de as vizinhas França e Suíça anunciarem reduções semelhantes.

Atualmente, países europeus estão lidando com atrasos amplos de vacinas, ao menos temporariamente. Todos os fabricantes ocidentais com vacinas aprovadas, como Moderna, Pfizer e sua parceira alemã BioNtech e AstraZeneca, estão atrasados em relação às suas metas de entrega iniciais.

A AstraZeneca e a União Europeia estão envolvidas em uma disputa a respeito de remessas, e a Pfizer disse que precisa reduzir a produção em uma fábrica belga para poder aumentá-la no longo prazo.

Disparada da Covid provoca longo lockdown, cansaço e aborrecimento em Portugal

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LISBOA (Reuters) – A prorrogação de um lockdown de âmbito nacional em Portugal nesta semana em reação a uma disparada de infecções de Covid-19 e números recordes de pacientes em tratamento intensivo não surpreendeu Marco, que já havia fechado sua academia em Lisboa no início deste mês.

Mas o empresário de 43 anos está cansado e aborrecido.

“Estamos nisto há um ano, algo deveria ter sido feito mais cedo”, disse ele à Reuters nesta sexta-feira enquanto levava o cachorro para passear na praça de uma igreja vazia.

Diante da maior taxa de mortalidade per capita do mundo, Portugal renovou um lockdown rigoroso até meados de fevereiro, proibiu viagens não-essenciais para seus cidadãos e impôs controles na fronteira com a Espanha.

O Ministério da Saúde relatou 13.200 infecções de Covid-19 e 278 mortes nesta sexta-feira, menos do que os níveis recordes do dia anterior, mas com um novo pico de 806 pessoas em tratamento intensivo – o que só deixa 44 leitos vagos em todo o sistema de saúde pública do país.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro, António Costa, disse que relaxar as restrições no período do Natal piorou a situação, mas também ressaltou a disseminação rápida de uma variante mais contagiosa que agora se estima ser responsável por cerca de um terço dos casos.

“Eles não tiveram coragem de manter as pessoas em casa. Foi um erro grande”, opinou Rui Pedro, de 56 anos, enquanto esperava sua condução de manhã no bairro lisboeta histórico de Campo de Ourique, cujas ruas estavam essencialmente desertas.

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  • biólogo, Fernando Reinach, pessimismo

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