Do boteco do Cadu, Facebook
Por Carlos Eduardo Alves, jornalista
O drama insolúvel da tal terceira via é que TODOS eles são cúmplices no nascimento do genocídio. Ou apoiaram abertamente, ou foram ministros ou mesmo se abraçaram com o fascista na campanha de 2018.
Têm o DNA bolsonarista e, como sabemos, DNA não é uma coisa que se pode apagar. Todos eles têm as digitais na tragédia brasileira.
O assédio a um marreco
Há uns dois ou três meses aproximadamente, o boteco postou que dr. Conje (Sérgio Moro) poderia ser candidato à Presidência e que haveria um cerco grande da elite que não está com o genocida e da mídia, principalmente Organizações Globo, para fazer o meliante da toga aceitar a empreitada. Na ocasião, dr. Conje era dado na grande mídia como carta fora do baralho.
Pois é. Dr. Conje está gostando da conversa. Há na elite econômica a avaliação de que nenhum nome atual da “terceira via” tem condição de superar o genocida na urna e ir ao segundo turno contra Lula. E a tal “terceira via” dá cada vez mais mostra de que é, na verdade, a idealização de um bolsonarismo sem Bolsonaro, reunindo a velha direita que deu o golpe contra Dilma e tenta se recompor diante da perspectiva de fiasco eleitoral.
Doria, Leite, Mandetta, Alessandro Vieira e outros nanicos não empolgam a turma do $. E dr. Conje, uma fraude intelectual, não tem nenhuma ideia do que fazer com o País, logo é personagem ideal para servir de marionete para as teses tradicionais da direita, mercado predominante, falsos moralismo e moralidade e higienismo social.
No cenário planejado, dr. Conje seria o verbalizador, com aquela voz de marreco desafinado, da junção da “çabedoria do tiozão do zap” com a esperteza dos que mandaram quase sempre no Brasil.
A cada pesquisa que atesta a piada que é a terceira via aumenta o desespero da turma e da Globo e, portanto, as promessas de que dr. Conje teria os meio$ necessários e acriticidade da mídia para não sair humilhado da aventura.
A conferir.







