Polícia Federal abriu inquérito sobre bagagem sem fiscalização em avião do empresário Fernandin OIG. Voo tinha entre os passageiros o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o senador Ciro Nogueira
Por Lucas Zacari, compartilhado de Nexo
Foto: Imagem da câmera de segurança do Aeroporto Catarina, em São Roque (SP)
A Polícia Federal enviou ao Supremo na terça-feira (28) um relatório sobre a apuração da suspeita de contrabando num voo do avião de Fernando Oliveira Lima, empresário do ramo de bets. O voo tinha entre os passageiros o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o senador Ciro Nogueira (PP-PI).
Responsável pela operação do “jogo do tigrinho” no Brasil, Fernandin OIG, como é conhecido o dono da aeronave, depôs na CPI das Bets, Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado que teve resultado praticamente nulo em 2025. A suspeita de contrabando vem à tona num momento em que as apostas estão no centro das preocupações nacionais, por sua relação com o endividamento das famílias.
R$ 30 bilhões – foram gastos com bets pelos brasileiros em março de 2026, segundo estudo da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo)







