O massacre de 29 de outubro é mais do que uma tragédia: é o retrato de um país doente, em que o racismo, a indiferença e o poder se unem para decidir quem pode viver.
Por Adriana do Amaral, compartilhado de seu Blog
É preciso nomeá-los para honrá-los.
É preciso pagar indenização para as famílias, e ampará-las.
É preciso resgatar a essência da vida humana,
Dos mortos.
Em nós.
O Brasil está em luto
Parte dos brasileiros: àqueles que se importam.
A ordem para matar veio do #governador da cidade maravilhosa, que não é mais tão linda assim.
O algoz tem nome, #ClaudioCastro, e tem poder.
Até quando?

O bandido usa gravata, mas não pode ser considerado gente
Yes, nos temos genocida
Ele manda matar, a PM mata.
Ele se vangloria pelo que chamou de “operação”, e tem político apoiando.
os de sempre:
aqueles que defendem as armas em punho e os golpes contra a democracia;
aqueles que acham que cor da pele, conta bancária e classe social são sinônimos de bandidagem;
aqueles que se julgam donos os poderosos,
os #aparofóbicos,
Os de sempre.
aqueles que não querem partilhar o pão, ops a grana, ops o poder.
Custe a vida de quem que que seja.
#Gaza : capital do #RiodeJaneiro.

Quase todos pretos, quase todos jovens, quase todos pobres…
Não há palavras para traduzir o sentimento, a comoção, a indignação.
Espera-se uma apuração séria, que coloque os verdadeiros bandidos – os que atiraram e os que mandaram atirar – na cadeia.
Apenas assim o povo brasileiro, a parte que trabalha, que se importa, que vivencia o luto coletivo da perversidade que aconteceu na terça-feira, dia 29 de outubro de 2025, poderá dormir.
Se não for assim, morremos um pouco todos nós, o povo brasileiro.
#Racismoestrutural #Racismo institucional #racismoterritorial







