Por Carlos Eduardo Alves, jornalista
Houve a explicitação de que haverá a tentativa de transformar o Brasil em ditadura. O Mussolini da Barra da Tijuca quer garantir a inimputabilidade para sua família corrupta
A tentativa de golpe. Já dá para fazer um balanço da encenação de hoje. Quase tudo está no post “O que vai acontecer amanhã?” (veja abaixo), publicado ontem. Premonição? Não, apenas conhecimento do jogo político, da realidade, do personagem e do fascismo na História. Os golpistas são óbvios.
As manifestações foram imensas sim. O tamanho só surpreendeu quem chegou hoje de Marte ou vive em bolha lisérgica. Afinal, o genocida tem o apoio firme de entre um quarto e um terço dos brasileiros. Intervalo para o lamento: é uma tragédia o tanto de imbecis que temos.
Mais importante que esse imenso contingentes de idiotas é o fato político: o genocida é minoritário e sabe disso.
O genocida foi claro: não vai aceitar o resultado e, quem sabe, a própria realização da eleição. Logo, vai tentar um golpe. Para novidade de ninguém, ressalte-se.
Houve a explicitação de que haverá a tentativa de transformar o Brasil em ditadura. O Mussolini da Barra da Tijuca quer garantir a inimputabilidade para sua família corrupta.
Tem junto os milicos que ocupam de 6 a 11 mil cargos civis, com acumulação indecente de vencimentos, PMs, milicianos e civis armados até o dente.
Como resistir ao avanço do golpe? Rua e articulação política. É hora de constranger a direita limpinha e fazê-la tirar a máscara. Ou dá ou desce. No campo popular, hora de enxergar o tamanho do inimigo. O delírio de achar que é hora de pregar o socialismo faz mal. União dos democratas.
Os genocidas e corruptos plantaram hoje a sua semente mais acalentada de golpe. Querem ensinar a Trump como se constrói uma republiqueta bananeira. Nada do improviso no Capitólio. “Nóis é foda e inteligente, seu Trump. Nóis planeja e anuncia o golpe mais de um ano antes”.
Grosseiros, vulgares e genocidas. Os criminosos vão perder.







