
Quando a guerra atinge escolas: a desumanização dos conflitos no século 21
Quando um bombardeio começa por uma escola, por crianças, por espaços que deveriam ser protegidos pelo mais elementar princípio

Quando um bombardeio começa por uma escola, por crianças, por espaços que deveriam ser protegidos pelo mais elementar princípio

Com 117 mortos, a matança das matanças na guerra à arraia-miúda do tráfico de drogas no Rio matou mais
Ofensiva de Israel destruiu inúmeros centros de estudos na região Por Tâmara Freire, compartilhado da Agência Brasil Foto: ©

Elites do Velho Continente apressam-se a multiplicar gastos militares. Cultivam pânico irracional diante da Rússia e China. Veem num

‘A mídia tradicional mata com disparos contínuos de estigmatização e silenciamento – é cúmplice e panfleto da tragédia’, escreve o colunista Tiago Barbosa

“Na Faixa de Gaza não está acontecendo uma guerra, mas um genocídio! Porque não é uma guerra entre soldados e soldados. É uma guerra de um exército altamente preparado contra mulheres e crianças.”

Segundo agências internacionais, as comunicações e os serviços de internet foram interrompidos pelo terceiro dia consecutivo, prejudicando o trabalho das equipes de salvamento, que tentam ajudar as vítimas nas regiões de combates

Os que sobrevivem, muitos deles feridos e mutilados, vivem com o terror de verem seus amiguinhos mortos, esmagados sob os escombros.

Com poder de veto o governo dos Estados Unidos impediu que a proposta brasileira para a guerra Israel X Hamas fosse aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU

Desde a escalada dos conflitos entre israelenses e palestinos, espalharam-se pelas redes sociais brasileiras interpretações religiosas para a guerra, algumas inclusive associando os atentados do Hamas e os ataques de Israel a Gaza a profecias apocalípticas.
Este blog foi criado para divulgar as coisas que consideramos boas, produzidas pelas redes sociais, por blogueiros e comentaristas de blogues, sites e facebook.