
Paulo Coelho: Israel quer beneficiar Bolsonaro ao manter brasileiros reféns em Gaza
Escritor fez uma série de tuítes logo após visita do embaixador de Israel a Bolsonaro, considerada uma afronta ao governo brasileiro

Escritor fez uma série de tuítes logo após visita do embaixador de Israel a Bolsonaro, considerada uma afronta ao governo brasileiro

As críticas se deram principalmente pela operação ter sido desencadeada a partir de alertas emitidos pelo Mossad, agência de inteligência do governo sionista de Israel, e por órgãos de investigação dos EUA.

Deborah Srour só foi demitida após a intensa repercussão de suas falas. Mas, na grande mídia brasileira, há outros tantos que também apoiam as ações de Israel em Gaza.

Os que sobrevivem, muitos deles feridos e mutilados, vivem com o terror de verem seus amiguinhos mortos, esmagados sob os escombros.

“A situação nos hospitais é miserável. De fazer você chorar. Não há equipamentos, as pessoas ficam amontoadas umas em cima das outras”, disse Rajaa Musleh

No dia 7 de outubro, um ataque do Hamas deu início aos desenfreados bombardeios e tentativas de invasões por terra pelo Estado de Israel

Artigo de Eduardo Galeano de 2012, que parece se referir os acontecimentos de hoje tal a persistência do e repetição dos fatos

Bombardeios avançam enquanto operação por terra segue travada: “extremamente desafiador”

Para o humorista, o problema está na cegueira do Ocidente e no falso marketing de uma terra sem povo, que já era ocupada pelos palestinos

Ao todo 571 estrangeiros receberam liberação para deixar Gaza pela fronteira com o Egito
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