As contas fiscais: há ou não há um precipício à nossa frente?, por José Sergio Gabrielli

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A dívida pública cresce mais pelos juros elevados do que pelo déficit primário, questionando o discurso de uma crise fiscal iminente.

O texto também analisa a relação entre Tesouro, mercado financeiro e política monetária, mostrando como fatores externos, inflação, juros internacionais e a composição da dívida influenciam o custo de financiamento do Estado. Gabrielli defende que o equilíbrio fiscal não deve ser buscado apenas pela compressão das despesas primárias, sob risco de comprometer investimentos, emprego e políticas sociais, mas por uma estratégia capaz de reduzir o custo financeiro da dívida e conciliar estabilidade, crescimento e redução das desigualdades.




https://jornalggn.com.br/artigos/gabrielli-as-contas-fiscais-ha-ou-nao-um-precipicio-a-nossa-frente

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