
Notas (im)pertinentes sobre o sionismo
Em sua declaração no Egito, o presidente Lula colocou ao Brasil e ao planeta a questão central sobre o genocídio em Gaza: para o projeto sionista, é imprescindível extirpar o povo palestino

Em sua declaração no Egito, o presidente Lula colocou ao Brasil e ao planeta a questão central sobre o genocídio em Gaza: para o projeto sionista, é imprescindível extirpar o povo palestino

Na mais dura nota da diplomacia brasileira, Itamaraty diz que declarações do governo sionista para explicar massacre durante ajuda humanitária são “cínicas e ofensivas”: “humanidade está falhando com os civis de Gaza. E é hora de evitar novos massacres”.

Jornalista refuta críticas feitas a Lula após presidente comparar ação de Israel em Gaza à de Hitler contra judeus, destaca que a comunidade judaica não é homogênea e que muitos de seus membros pelo mundo, inclusive israelenses, percebem que o conflito é um genocídio marcado pelo desprezo pela vida, como o Holocausto.

O nazismo fez escola entre suas vítimas, mas a bestialidade não legitima o sionismo

A histeria midiática diante da fala de Lula condenando o genocídio do povo palestino vem acompanhada de um conjunto não explícito de recomendações

Como lembrou pensador africano, o que não se perdoa em Hitler não é o crime em si – é o crime contra o homem branco; é ter aplicado à Europa o que antes atingia apenas os outros. Ao “denunciar” a comparação de Lula, mídia vincula-se a este olhar colonial

As recentes declarações de Lula em Adis Abeba davam conta que os crimes de guerra cometidos pelo governo de Benjamin Netanyahu são comparáveis aos cometidos pelos nazistas

Israel e a TV Globo criticaram Lula por sua manifestação, na Etiópia, sobre a guerra em Gaza contra o povo palestino. A reportagem da TV no programa Fantástico, deste domingo, 18/02, foi extremamente inadequada, tendenciosa e omitiu a verdade.

o presidente Lula (PT) planeja uma reunião bilateral com o presidente da Autoridade Palestina

No Egito, o presidente defendeu a paz. Na Etiópia, fomentou relações de cooperação com os países africanos
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